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Essências Orquídeas Europeias

Estes conceitos permitem então a classificação das essências em 5 grupos terapêuticos:

Essências Orquídeas Europeias

Este conjunto de orquídeas, sintonizadas por José María Calvo Sanz, é o primeiro elaborado com orquídeas dos Pirinéus, apesar destas se encontrarem também em outras regiões de altitude da Europa.
De entre as orquídeas selecionaram-se aquelas cujo espectro de ação é mais amplo e podem ter uma maior diversidade de indicações.

A classificação e descrição destas essências faz-se segundo um enfoque de crescimento pessoal. Assim subdividem-se em Essências de Aprendizagem, Transformação, Paz, Equilíbrio e Luz.

Estes conceitos permitem então a classificação das essências em 5 grupos terapêuticos:

  • Os grupos um, dois e três, relacionam-se com estas 3 fases, pelo que falaremos de essências de aprendizagem, auto-conhecimento e transformação: são plantas que trabalharam do nível material para o espiritual.
  • Um quarto grupo, cujo trabalho se realiza do espiritual para o material, é chamado de essências de luz e a sua principal missão é facilitar a conexão;
  • O quinto grupo, essências de paz e equilíbrio, tem como objetivo, não tanto a evolução como o dar a volta a estados de desequilíbrio.

No processo de crescimento, pode falar-se de 3 grandes fases: aprendizagem, auto-conhecimento e transformação.

São fases sucessivas do processo, que requerem um transito conveniente das fases anteriores, apesar de não constituírem uma concatenação rígida de acontecimentos, posto que quando se atua no auto-conhecimento ou na transformação, também se está a aprender.

Quando se procura a modificação de uma atitude negativa, este ciclo facilita a compreensão de como atingi-lo com mais eficácia e rapidez:

  • a fase de aprendizagem é a de tomada de consciência do que é necessário mudar,
  • a do auto-conhecimento é a do aprofundamento da aprendizagem para entendimento do quando, do porquê, e das consequências dessa atitude,
  • e a fase de transformação que necessita sempre da abertura do Coração, permite a mudança da pessoa, tanto dentro como para o exterior. É aí, então, que se dá um passo no Caminho.

Estes ciclos também se manifestam em fases mais amplas de evolução; haverá períodos em que se trabalha melhor a aprendizagem, noutros o auto-conhecimento, enquanto outros serão de transformação.

Aparentemente seria como mover-se numa circunferência, mas o avanço na evolução faz-se mais em espiral: depois de um ciclo inicia-se outro, volta-se a contactar com os mesmos conflitos, mas o nível de consciência com que se faz a apreciação não é o mesmo, nem a capacidade da pessoa para a sua resolução.

O material constante desta informação foi retirado de:

  • “Orquídeas Europeias" de José María Calvo Sanz